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Vídeo: Coordenador do Gecoc, promotor Antônio Luiz dos Santos Filho, fala sobre prisões em Santana do Ipanema

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O Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL), cumpre 16 mandados de prisão e busca e apreensão expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital na cidade de Santana do Ipanema, Sertão de Alagoas, nesta terça-feira (10)

O ex-prefeito José Mário da Silva foi preso na operação. Segundo o MP,  ele comandava uma organização criminosa que desviava recursos públicos da prefeitura quando estava à frente do Executivo. Outras duas pessoas também foram presas, Cláudio Domingo dos Santos, ex-servidor público, e Fernando Pereira Guimarães, à época secretário municipal de Obras.

De acordo com o MP, os suspeitos teriam cometido crime de peculato durante a contratação de serviços de som e iluminação para festas promovidas pelo Poder Executivo entre os anos de 2014 e 2016. Foram expedidos 16 mandados, sendo três deles de prisão, um de condução coercitiva, e outros 12 de busca e apreensão em residências e sede de empresas.

Da administração pública foram alvos as Secretarias Municipais de Finanças, Administração e Obras, a Comissão Permanente de Licitação e o setor contábil.

Foram apreendidos documentos relativos a processos de licitação, dispensa de licitação, contratos e processos de pagamento. Tudo isso referente à locação de estruturas de palco, som, iluminação, aparelhos de projeção, banheiros químicos e geradores de energia.

As investigações apontam que as supostas locações foram para festas como carnaval, emancipação política, São João, Festa da Juventude e Independência do Brasil.

Segundo as investigações, o ex-prefeito da cidade José Mário da Silva, que tinha o apelido de “Lobo Mau” nas negociações do esquema, foi denunciado por um empresário que deixou de receber os valores acordado.

Além do denunciante, outras duas empresas também são suspeitas de participar do esquema. Apesar de vencerem licitações, elas não estariam habilitadas para a devida prestação de serviços. E, independentemente do trabalho ser ou não realizado, o dinheiro era pago pela prefeitura.

Ainda não se sabe o valor total desviado na fraude, uma vez que esse montante ainda está sendo apurado pelo Ministério Público.

 

 

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