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PC indicia acusados de usar atestados médicos falsos

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Grupo vai responder por crimes estelionato e falsificação de documentos

 

 

O delegado Denisson Albuquerque, do 7° Distrito da Capital, concluiu inquérito e enviou ao Ministério Público, o inquérito policial que apurou crimes de estelionato e falsificação de documentos contra o médico Pedro Maciel Costa Pinto, do Hospital HapVida, situado no bairro do Farol.

Após investigações, quatro pessoas foram indiciadas: Rafael de Almeida Vilela, José Roberto dos Santos Silva, Camila da Silva Rego e Kayane Camila da Silva Gomes.

Todos apresentaram atestados médicos falsos para tentar justificar faltas ao trabalho, na empresa de telemarketing AlmaViva.

Segundo foi apurado, os atestados eram conseguidos por Rafael, que usava carimbos e assinatura falsos do médico Pedro Maciel, conforme foi comprovado por exames grafotécnicos, realizados por peritos do Instituto de Criminalística.

As investigações apuraram ainda que Rafael cobrava entre R$ 30 e R$ 50 dos colegas de trabalho para fornecer os atestados falsificados.

Além dele, José Roberto e Kayane foram interrogados no inquérito, mas Camila não chegou a ser localizada.

O delegado Denisson Albuquerque disse que são vários os crimes desse tipo que são investigados no 7° DP, pois em sua circunscrição estão situados alguns hospitais e o Conselho Regional de Medicina, que recorre frequentemente à polícia para apurar o uso de atestados médicos falsos.

“Em nossa área, também estão localizados o Conselhos de Educação Física e de Farmácia e, por isso, também investigamos com frequência o funcionamento irregular de academias de fisioculturismo e de farmácias”, afirmou o delegado.

Na região da distrital, está ainda situada a Junta Comercial o que demanda um número elevado de inquéritos que investigam estelionatos, resultantes da abertura irregular de empresas para aplicação dos mais variados golpes.

Ele revelou ainda a unidade policial cuida de uma extensa área que engloba ainda o bairro do Bom Parto, onde o tráfico de drogas é intenso, o que gera inúmeros procedimentos policiais.

PC.AL

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