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Agente penitenciário é denunciado por estupro no manicômio judiciário

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Um agente penitenciário está sendo alvo de uma denúncia grave. Ele é acusado de estuprar a reeducanda Joyce Silva Soares, presa em 22 de fevereiro do ano passado, após ser apontada como a responsável pela morte do próprio filho, de apenas 3 anos, fato ocorrido no município de Arapiraca.

As primeiras informações que chegaram à imprensa dão conta que ela está reclusa no manicômio judiciário, no sistema prisional de Alagoas. Embora a denúncia tenha sido registrada ontem na Central de Flagrantes 1, no bairro do Pinheiro, somente hoje o fato vazou para a imprensa.

Joyce Soares foi submetida a exame de conjunção carnal no Instituto Médico Legal Estácio de Lima, em Maceió, conforme confirmou a assessoria do órgão. O nome do agente penitenciário supostamente envolvido na violência sexual não foi informado pelas autoridades. Informações ainda não confirmadas dão conta que imagens de videomonitoramento teriam registrado o momento em que o agente entra na cela e deixa o espaço cerca de meia hora depois.

O Alagoas24horas conversou por telefone com a assessoria de comunicação da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) e foi informado que o caso já está sendo analisado pela administração penitenciária. Paralelo ao procedimento administrativo disciplinar que apura a denúncia internamente, a Seris afirma que vai colaborar com as informações necessárias à investigação da Polícia Civil.

Relembre o caso de Joyce:

Arquivo Pessoal
Dyllan Taylon Soares
Dyllan Taylon Soares
Seu filho, Dyllan Taylon Soares, de 3 anos, foi encontrado morto no dia 21 de janeiro de 2016, em sua casa, na cidade de Arapiraca. A família do menino informou as autoridades policiais que Dyllan tinha falecido após ser medicado por um funcionário de uma farmácia. Contudo, a versão foi desmentida pelo laudo da necropsia emitido pelo Instituto Médico Legal de Arapiraca.

Conforme a Perícia Oficial de Alagoas (Poal), instrumentos contundentes provocaram as lesões corporais no garoto, que morreu em decorrência de hemorragias intracraniana e intra-abdominal. Após o resultado, a Polícia Civil deu início as investigações para descobrir se o garoto morreu em decorrência de maus tratos ou o uso inadequado de medicamento, como informado pelos responsáveis pela criança.

Leia Mais: Caso Dyllan: PC pode solicitar prisão preventiva de mãe de garoto

Joyce foi apontada como responsável pelas agressões, passou um tempo sendo procurada pela Polícia e se entregou à Polícia um mês após o crime, com visual diferente do habitual.

alagoas24horas

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