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PF NO TCE Tribunal de Contas de Mato Grosso também é alvo da operação da Polícia Federal

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Segundo relato de um dos agentes que está do lado de fora do prédio do Tribunal de Contas, a operação consiste em busca e apreensão em vários gabinetes, principalmente o da presidência, ocupada pelo conselheiro Antonio Joaquim e o de Valter Abano
A ação da Polícia Federal que acontece em Cuiabá e Brasília, contra políticos mato-grossenses como o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Maggi (PP) se o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB) atinge também o alto escalão do Tribunal de Contas de Mato Grosso. Agentes da Polícia Federal chegaram nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira no tribunal onde cumprem mandados de busca e apreensão determinados pela Supremo Tribunal Federal em decorrência das delações premiadas feitas junto à Procuradoria Geral da República pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB). A operação, segundo a PF, faz parte da 12ª fase da Operação Ararath. Em virtude da ação não haverá expediente nesta quinta-feira no tribunal

Segundo relato de um dos agentes que está do lado de fora do prédio do Tribunal de Contas, a operação consiste em busca e apreensão em vários gabinetes, principalmente o da presidência, ocupada pelo conselheiro Antonio Joaquim, Waldir Teis, Sergio Ricardo, Walter Abano e Jose Carlos Novelli. O objetivo era garantir a liberação do andamento do programa MT Integrado, tais como as obras para o evento Copa do Mundo.. Eles procuram informações sobre a delação de Silval com relação ao possível recebimento de propina de aproximadamente R$ 53 milhões para aprovarem as contas da gestão passada. Segundo o ex-governador, os conselheiros exigiam notas promissórias com os valores das propinas. As notas só eram resgatadas quando o pagamento era feito.

Além da aprovação das contas, teriam sido oferecidas vantagens também na fiscalização de contratos como os das obras da Copa do Mundo e do programa de pavimentação asfáltica MT Integrado.

Parte do pagamento teria sido feito através de suplementação no duodécimo do TCE entre 2012 e 2014.

Outra parte teria sido repassada através de um contrato com a empresa Agendoc, que tinha firmado acordo de informatizar o protocolo do Estado, com um contrato no valor de R$ 50 milhões. Além disso, o esquema da compra de um terreno no bairro Renascer, que já consta no processo oriundos da cinco fases da Operação Sodoma, também teria sido utilizado para pagar propina aos conselheiros.

24horasnews

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