Ambulâncias_728x90
vida_nova_728x90
Home Geral Alagoas FUTURO PROMISSOR Reeducando relata expectativa para fazer prova do ENCCEJA

FUTURO PROMISSOR Reeducando relata expectativa para fazer prova do ENCCEJA

FUTURO PROMISSOR Reeducando relata expectativa para fazer prova do ENCCEJA
0
0

Provas acontecerão nas unidades prisionais no próximo mês

Avaliação será aplicada como certificação dos ensinos fundamental e médioAvaliação será aplicada como certificação dos ensinos fundamental e médioFoto: Jorge Santos

Concluir o ensino médio e ingressar em uma faculdade é o sonho de muitos brasileiros. No sistema prisional alagoano, os reeducandos terão a oportunidade de tornar esta conquista real graças ao trabalho da Gerência de Educação da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris).

 

Além de oferecer o aprendizado no cárcere, o setor criou condições para que o Exame Nacional para Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA) fosse aplicado nos presídios nos dias 21 e 22 de novembro.

 

Para ter um bom desempenho nas provas, os alunos contam com o conhecimento dos professores e agentes penitenciários dentro e fora das salas de aula dos presídios. Neste ano, 401 reeducandos que cumprem pena em Alagoas foram inscritos. Destes, 276 deverão realizar as provas como certificação para o nível fundamental, no dia 21 de novembro, e 125 deverão fazer os testes para o nível médio, no dia seguinte.

 

Amaviel Ferreira é um dos reeducandos que farão a prova do ENCCEJA. Ele fala sobre a importância do primeiro passo para atingir seu grande objetivo profissional. “Vou fazer para concluir o Ensino Médio. Isso vai me ajudar bastante, pois vou poder entrar em uma faculdade para ser futuramente um grande arquiteto, quero investir nessa área”, conta.

 

Para o custodiado, seus sonhos são maiores que as dificuldades. “Tenho estudado bastante para ser aprovado e receber a certificação. Como tenho um pouco de dificuldade em Matemática, estou priorizando essa matéria para não ter dificuldade na prova. Estou confiante em um bom resultado no exame”, completa.

 

A supervisora de Educação, agente penitenciária Genizete Tavares, explica que levar essas certificações para os privados de liberdade é assegurar mais igualdade. “Esse programa vem trazer ao sistema prisional o que os presos mais precisam: oportunidade para construir um futuro digno a partir da educação”, disse.

 

Educação no âmbito carcerário

Desde 2011, existe a oferta de educação formal para os custodiados. Atualmente, o sistema prisional conta com 25 salas e um total de 327 alunos. Isso inclui 12 graduandos nos seguintes cursos superiores à distância: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Administração, História, Ciências Contábeis, Gestão Pública, Gestão de Recursos Humanos e Geografia.

Agência Alagoas

DEIXE O SEU COMENTÁRIO

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *