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Presa servidora do Judiciário que teria vazado informações sobre operação

Presa servidora do Judiciário que teria vazado informações sobre operação
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Justiça também determinou afastamento dela do cargo até o fim das investigações; mandados foram cumpridos em Arapiraca

 

A Polícia Civil (PC) prendeu, durante uma operação na manhã desta segunda-feira (6), em Arapiraca, a servidora do Poder Judiciário suspeita de repassar informações sobre uma força-tarefa deflagrada há duas semanas, no Agreste. Além da prisão, a Justiça determinou o afastamento dela do cargo até o fim das investigações.

De acordo com o delegado Thiago Prado, coordenador da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), a 17ª Vara Criminal expediu mandados de prisão, busca e apreensão e as equipes saíram às ruas, ainda durante a madrugada, para dar cumprimento à decisão judicial.

“O principal objetivo desta operação é resgatar a imagem do Poder Judiciário. A servidora repassou informações sobre a operação e algumas pessoas deixaram de ser presas, gerando uma perda para as instituições. Por isso, instauramos o inquérito e pedimos a intervenção da Justiça”, informou o delegado.

Já o delegado Fábio Costa informou que a servidora ficará afastada do cargo até o final das investigações, conforme determinação da 17ª Vara Criminal.

Após ser detida, a servidora – que não teve a identidade revelada – foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), para o exame de corpo de delito, de onde deverá ser conduzida para o Presídio Santa Luzia, situado em Maceió.

INVESTIGAÇÕES
Os delegados Thiago Prado e Caio Rodrigues, que atuam na Gerência de Recursos Especiais (GRE) – setor que envolve unidades especiais da Polícia Civil, como a Deic – vão dar andamento às investigações sobre um áudio que teria vazado detalhes de uma operação deflagrada na região Agreste, há duas semanas. A decisão é do delegado geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira. Uma servidora do Tribunal de Justiça foi apontada como a responsável pelas mensagens.

O delegado regional de Arapiraca, Igor Diego Vilela – que chegou a iniciar as investigações – informou que encaminharia o caso para a Delegacia Geral, em Maceió, que dispõe de melhor estrutura para dar andamento a esse tipo de investigação.

A Polícia Civil tomou conhecimento do áudio em que a suposta servidora do TJ/AL repassou informação privilegiada para grupos de WhatsApp, a fim de alertar os suspeitos de envolvimento em crimes, como homicídio, assalto e tráfico de drogas.

Com gazetaweb

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