Ambulâncias_728x90
vida_nova_728x90
Home Destaque O passado secreto de Adriana, a chilena que foi torturadora

O passado secreto de Adriana, a chilena que foi torturadora

O passado secreto de Adriana, a  chilena que foi torturadora
0
0

Colaboradora da DINA, no auge da ditadura de Pinochet, Adriana Rivas é acusada de torturar opositores. É, também, há 40 anos, uma pacata ama na Austrália, o país que vai agora decidir se aceita extraditar esta mulher de 66 anos

O cartão de funcionária de uma outra agência estatal, usado por Adriana Rivas

© Storyboard Media

 

Adriana Rivas era uma estudante de secretariado quando as tropas fiéis a Augusto Pinochet tomaram o Palácio de La Moneda, em Santiago do Chile, no dia 11 de Setembro de 1973. Morto Salvador Allende, o presidente, o golpe triunfou. E a ditadura teve início.

A estudante, que falava bem inglês, não acabou o curso. Em rigor, ela queria mesmo ser veterinária, mas o pai não a deixou inscrever-se na universidade. Em 1974, o ministério da Defesa da ditadura de Pinochet contratou-a. Para fazer traduções, garante Rivas. Ou para uma carreira muito diferente, como alega o Supremo Tribunal do Chile, que a acusa de ter torturado sete pessoas, que desapareceram, em 1976 e 1977.

 

DEIXE O SEU COMENTÁRIO

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *