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Milícias de Bolsonaro esperaram 2 dias para reiniciar ataques a 2 mulheres

Milícias de Bolsonaro esperaram 2 dias para reiniciar ataques a 2 mulheres
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Quem critica Jair Bolsonaro ou seus filhos – todos ocupando cargos públicos- está na linha de tiro das milícias virtuais bolsonaristas.

São ameaças insufladas pelo próprio presidente da República. Ele quer sangue nos olhos e nas ruas. Tudo por ele, para ele, em nome dele.

Neste final de semana, Constança Rezende, do Estadãointegrou a lista podre dos bolsonaristas. Diálogos truncados, no estilo fake news, circularam livremente por sites ditos de direita.

Levaram a hastag #EstadaoMentiu para o topo do twitter no Brasil, por horas, neste domingo.

Poderiam ser críticas ao trabalho da repórter. Não eram.

O conteúdo tinha o objetivo de desestabilizar emocionalmente uma mulher, com o uso de uma mentira, para retirá-la das apurações sobre o caso Queiroz e a família Bolsonaro.

Ao lado da foto da repórter, estava a de outra mulher, também jornalista: Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, também investigando a família Bolsonaro.

A família com estreitas ligações com os milicianos do Rio esperou o fim das comemorações do dia internacional da mulher para mover uma campanha de ódio, entre fanáticos, porque os Bolsonaro fazem ampla defesa aos métodos da ditadura militar.

A justificativa é matar a alma das pessoas. Sem a alma, eles podem ser destruídas num vale-tudo perigosíssimo.

A intenção é que estas jornalistas- e muit@s outr@s- deixem as ruas e se enclausurem, vendo a banda do crime passar incólume, gritando palavras de ordem contra a oposição.

Bolsonaro acima de tudo. Nem o céu é o limite desta gente.

Reporternordeste-Odilon Rios

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