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AL: Sesau registra uma morte por H1N1 e confirma 10 casos em 2019

AL: Sesau registra uma morte por H1N1 e confirma 10 casos em 2019
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Em Alagoas, nos quatro primeiros meses do ano, já foram registrados cerca de dez casos da gripe H1N1, causada por uma mutação do vírus Influenza que é uma infecção viral aguda do sistema respiratório. Entre eles, um óbito foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau).

Conforme a assessoria de Comunicação da Sesau, os dados são referentes aos casos confirmados dos meses de janeiro até esta segunda-feira, dia 29 de abril. Em 2018, neste mesmo período também foram registrados 10 casos, no entanto, dois óbitos foram confirmados.

No total, somente no ano passado 54 casos de influenza foram confirmados, com isso, cinco pessoas morreram no estado.

Prevenção

A Sesau evidencia ainda que a prevenção da Influenza consiste em adotar medidas simples, como lavar sempre as mãos, usar álcool gel, manter hábitos saudáveis de higiene, evitar locais com aglomeração e, principalmente, tomar a vacina, que todos os anos é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Transmissão

A transmissão do H1N1 acontece da mesma forma que a gripe comum, através do contato com objetos contaminados, gotículas respiratórias e a saliva de alguém que esteja com o vírus. Pessoas com a imunidade mais debilitada podem ser contaminadas mais facilmente, por isso é importante evitar locais com grande circulação de pessoas.

Sintomas

A influenza é mais conhecida como gripe, porém é uma doença viral febril e benigna. Ela é marcada por dores de cabeça, tosse seca, dor de garganta, coriza, febre, tremores e calafrios. Em alguns casos, podem ocorrer diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.

Vacinas

Em Maceió, a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe teve inicio na quarta-feira (10) nas 65 unidades de saúde da capital que contam com salas de vacina. Em sua 21ª edição, a campanha visa imunizar grupos prioritários e reduzir complicações, internações e mortalidades decorrentes das infecções pelo vírus influenza.

A meta recomendada pelo Ministério da Saúde é de vacinar 90% da população alvo da campanha até o dia 31 de maio. Na capital alagoana, o público total a ser vacinado é de 245.498 pessoas, sendo a meta de 90% equivalente a 220.948.

Além das unidades de saúde, a imunização também acontecerá em postos volantes de vacinação, que estão instalados, desde a segunda-feira (15), no Maceió Shopping, Parque Shopping, Shopping Pátio, Walmart e Carajás Home Center, funcionando em horário estendido, proporcionando mais opções de pontos de vacinação para a população.

A vacinação será ainda realizada em hospitais públicos e privados de Maceió, escolas, creches, instituições de ensino superior públicas e privadas e na casa de acamados, além da população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Nestes locais, a imunização também começará na segunda (15).

Conforme o Ministério da Saúde o público-alvo preconizado para a campanha são:

– Crianças de seis meses a menores de seis anos (5 anos 11 meses e 29 dias);

– Gestantes em qualquer idade gestacional;

– Puérperas (no período até 45 dias pós-parto) – devem apresentar documento que comprove a gestação (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto);

– Indivíduos com 60 anos ou mais – devem apresentar documento de identificação com foto;

– Trabalhador de saúde – todos os trabalhadores de saúde ativos dos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade, devem apresentar comprovação (crachá, contra-cheque atualizado ou declaração do estabelecimento de saúde);

– Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais – devem apresentar prescrição médica especificando a patologia e o motivo da indicação da vacina ou receita médica atualizada;

– Professores das escolas públicas e privadas que estão na ativa (em sala de aula) – Devem apresentar comprovação (contra-cheque atualizado, crachá ou declaração do estabelecimento de ensino);

– Povos indígenas;

– Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas;

– População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

*Com Assessorias

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