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Home Destaque Nove assessores de Flávio Bolsonaro não tinham crachá; um deles fazia faxina para sobreviver após salário de R$7,5 mil

Nove assessores de Flávio Bolsonaro não tinham crachá; um deles fazia faxina para sobreviver após salário de R$7,5 mil

Nove assessores de Flávio Bolsonaro não tinham crachá; um deles fazia faxina para sobreviver após salário de R$7,5 mil
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O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, empregou nove assessores no período em que era deputado estadual, que não possuíam crachá e moravam distantes da Assembleia Legislativa do Rio. Todos eram parentes da ex-esposa do pai, Bolsonaro.

Segundo matéria do O Globo, a maioria deles vive em Resende, no Sul do estado do Rio e todos tiveram o sigilo fiscal e bancário quebrados por decisão do Tribunal de Justiça do Rio. Conforme O GLOBO, ao menos quatro deles têm dificuldades para comprovar que, de fato, assessoraram Flávio. Em Resende, o vendedor aposentado José Procópio Valle e Maria José de Siqueira e Silva, pai e tia de Ana Cristina, jamais tiveram crachá funcional da Alerj. Ele ficou lotado cinco anos e ela, nove.

Já a irmã Andrea Siqueira Valle e o primo Francisco Diniz constaram como funcionários por mais de uma década e só há registro de crachá para o ano de 2017. Diniz é o que ficou mais tempo lotado, um total de 14 anos. Durante esse tempo, ele cursou a faculdade de veterinária, em período integral, em Barra Mansa, também no Sul do estado.

Andrea é conhecida por participar de concursos de fisiculturismo. Segundo pessoas que a conheceram na academia em Resende, ela chega a malhar três vezes ao dia. Desde o fim do ano passado, ela mora em Guarapari (ES), onde se sustenta fazendo faxinas, apesar de ter recebido salários de até R$ 7,3 mil por pelo menos quatro anos.

Assessores do filho do presidente são investigados por suspeita de serem laranjas. Um deles, Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio Bolsonaro, é investigado por suspeita de praticar a chamada rachadinha – prática de devolução dos salários de funcionários. Foi citado pelo Coaf por movimentações financeiras suspeitas de R$ 1,2 milhão e teve o sigilo fiscal e bancário quebrados.
Bnews

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