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Polícia Civil divulga retratos falados de suspeitos de assaltar e decepar dedos de comerciante arapiraquense

Polícia Civil divulga retratos falados de suspeitos de assaltar e decepar dedos de comerciante arapiraquense
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Qualquer informação que possa ajudar a polícia a localizar os suspeitos é válida e deve ser repassada através do Disque Denúncia 181

A Polícia Civil divulgou, nesta quinta-feira (8), os retratos falados dos suspeitos de assaltar e decepar dois dedos da mão de uma comerciante, na noite do dia 27 de julho, no bairro Baixão, em Arapiraca.

Segundo o delegado Thales Araújo, titular do 54º Distrito Policial de Arapiraca, todas as delegacias e distritos policiais da cidade estão focados na investigação para identificar e capturar os suspeitos desse crime que chocou a população arapiraquense.

O delegado ressaltou que os retratos falados estão sendo divulgados justamente para que a população possa ajudar a polícia na procura pelos suspeitos. Qualquer informação que possa ajudar a polícia a localizá-los é válida e deve ser repassada através do Disque Denúncia 181.

Os retratos falados foram elaborados pelo Departamento Especial de Investigações e Capturas (Deic) da Polícia Civil, com base na descrição dos criminosos feita pela vítima.

Entenda o caso

Na noite do último dia 27 de julho, Marizete Maria de Oliveira estava em casa sozinha, quando a oficina do casal, que é ligada à residência, foi invadida por dois criminosos. Eles ameaçaram Marizete pedindo a chave de um automóvel que estava na oficina, como ela não estava com a chave, eles deceparam dois dedos da mão da comerciante, usando instrumentos da oficina.

Além disso, os criminosos ameaçaram abusar sexualmente da vítima e chegaram a abrir o sutiã dela, momento em que eles acharam R$ 2 mil que estavam escondidos do sutiã e resolveram ir embora.

Quando o esposo de Marizete chegou em casa, encontrou sua esposa desmaiada. Ele chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que socorreu Marizete e a encaminhou ao Hospital de Emergência do Agreste (HEA).

Marizete ficou em estado de choque e, mesmo depois que recebeu alta médica e pode voltar para casa, continuou tomando tranquilizantes para conseguir dormir.

Primeiro suspeito
Segundo suspeito

Ascom/PC

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