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Brasil: A covardia do INSS de cada dia

Brasil: A covardia do INSS de cada dia
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Ser mãe e criar os filhos sozinha já é um grande desafio. Agora imagine ser mãe de quatro e dois serem cadeirantes…

Cláudia Cristina Bento do Nascimento com os filhos Nicolas, de 10 anos, e Davi Luccas, de 2

Cláudia Cristina Bento do Nascimento com os filhos Nicolas, de 10 anos, e Davi Luccas, de 2 – Divulgação
Rio – Ser mãe e criar os filhos sozinha já é um grande desafio.

Agora imagine ser mãe de quatro e dois serem cadeirantes…

Essa é a história da Cláudia Cristina Bento do Nascimento, moradora da comunidade do Arvoral, em Itaipú, Niterói.

Ela desce e sobe o morro com duas crianças no colo, praticamente todos os dias.

Não pode trabalhar, já que tem que cuidar deles.

Nicolas tem dez anos. Davi Luccas tem dois.

O mais velho sofre de paralisia cerebral. Não anda, não fala, convive com crises seguidas de epilepsia e só se alimenta por sonda. O caçula tem microcefalia e depende de leite especial.

Uma vida difícil que ficou ainda mais depois que o INSS cortou o benefício de Nicolas.

Sim, isso mesmo, o INSS parou de pagar o LOAS, que é o benefício de assistência social para pessoas com deficiência, que o menino tem direito e não avisou o por quê e nem quando volta a pagar…

Cláudia tá vivendo apenas com o benefício de Davi. O último aluguel, de setecentos reais, foi pago com uma vaquinha feita pelos vizinhos e amigos.

“A gente só não passa fome porque eu ainda tenho anjos que me amparam. Os meninos tomam muitos remédios controlados, então o gasto é muito alto. Não sei mais o que fazer se esse benefício continuar cortado”, relata a mãe em desespero.

A coluna também tentou entender o motivo do corte e quando vão voltar a pagar o que é de direito do menino, mas eles não respondem.

Esse país é muito cruel, paga pensões milionárias a viúvas de desembargadores, autoridades de várias patentes, que por sinal são delas de direito, mas corta o pouco do pobre sem nem dar o direito de saber a razão.

o dia

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