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Fazendeiro é acusado de provocar terror com milicia no Oeste da Bahia

Fazendeiro é acusado de provocar terror com milicia no Oeste da Bahia
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[Disputa de terras: Fazendeiro é acusado de provocar terror no Oeste da Bahia]

O fazendeiro João Toledo de Albuquerque está sendo investigado por uma suposta invasão a propriedades no oeste baiano no início deste mês. Proprietários de terras da região registraram boletins de ocorrência denunciando que o fazendeiro, também conhecido como “Alagoano”, invadiu áreas pertencentes a José Valter Dias, Paulo Mizoto e Luiz Cardi.

Um funcionário da Fazenda Serra Geral III contou que homens armados, a mando de Albuquerque, cavaram buracos e colocaram mourões para instalar uma cerca na propriedade. Questionados sobre a ação, eles teriam se negado a parar a construção e sair da propriedade.

Quase uma semana depois, em 10 de outubro, o delegado Carlos Roberto de Freitas Filho, da Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), em Formosa do Rio Preto (BA), instaurou um inquérito para averiguar a invasão às terras de José Valter Dias, que ficam em Coaceral, na zona rural de Formosa do Rio Preto. Albuquerque está sendo investigado por esbulho possessório e porte ilegal de arma de fogo.

Testemunhas relatam que Albuquerque, junto com a “milícia armada, tem transformado o oeste da Bahia em um verdadeiro caos”. Albuquerque estaria promovendo “o caos, o medo e a insegurança aos agricultores e geradores de emprego e renda ao estado da Bahia”.

Em 2018, o fazendeiro foi condenado pela Justiça Federal em Barreiras por desmatar mais de 6 mil hectares em uma área federal protegida na Fazenda Gerais, em Formosa do Rio Preto. Os danos ao meio ambiente teriam sido causados entre junho de 2006 e novembro de 2008. Na avaliação do MPF, Albuquerque, “de maneira livre, consciente e voluntária, causou danos diretos e indiretos à unidade de conservação”.

 

Com bnews

 

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